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ORRAM Reforça Crédito Estruturado com Novo Head

A chegada de um novo Head de Estruturação sinaliza a expansão do mercado de crédito estruturado no Brasil e a busca por capital internacional.

Por Fortis Business Capital · 18 de setembro de 2026 · 5 min de leitura
ORRAM Reforça Crédito Estruturado com Novo Head
Foto: Radission US via Unsplash

ORRAM Investimentos amplia atuação em crédito estruturado

A ORRAM Investimentos anunciou a contratação de um novo Head de Estruturação para liderar sua área de crédito estruturado. A movimentação, divulgada pela Funds Society, sinaliza uma aposta clara no crescimento desse mercado no Brasil e a necessidade de profissionais experientes para desenhar operações cada vez mais complexas.

O crédito estruturado deixou de ser um nicho restrito a grandes corporações. Empresas do middle market brasileiro têm buscado alternativas além do financiamento bancário tradicional, especialmente em um cenário de juros elevados e crédito escasso. É nesse contexto que a Fortis Business Capital atua, conectando empresas a fundos e bancos internacionais.

O que é crédito estruturado e por que ele cresce no Brasil

Crédito estruturado é uma modalidade de financiamento em que as garantias, os fluxos de pagamento e os riscos são organizados de forma personalizada. Diferente do crédito bancário convencional, que segue padrões rígidos, a estruturação permite adaptar prazos, moedas, garantias e fontes de recursos às necessidades específicas de cada empresa.

No Brasil, esse mercado ganhou força nos últimos anos por três motivos principais:

  • Restrição de crédito bancário: com a seletividade dos bancos, empresas saudáveis mas com balanços atípicos ficam sem acesso a linhas tradicionais.
  • Necessidade de capital de longo prazo: projetos de expansão, aquisições e reestruturações exigem prazos que o crédito de curto prazo não cobre.
  • Internacionalização: fundos e bancos estrangeiros enxergam no Brasil oportunidades com prêmios atrativos, desde que as operações sejam bem estruturadas.

É justamente aí que entra o papel de um Head de Estruturação: desenhar a operação, negociar garantias, avaliar riscos e conectar a empresa às fontes de capital adequadas.

O movimento da ORRAM e o mercado de estruturação

A chegada de um novo Head de Estruturação na ORRAM não é um fato isolado. Ela reflete um movimento mais amplo: o de casas de investimento e gestoras que estão montando times dedicados a crédito estruturado para atender uma demanda reprimida.

O profissional que assume essa posição precisa dominar não apenas instrumentos financeiros, mas também aspectos jurídicos, contábeis e regulatórios. Afinal, uma operação de crédito estruturado envolve desde a constituição de garantias (alienação fiduciária, cessão de recebíveis, hipotecas) até a emissão de títulos no exterior, como bonds e notes.

“Estruturar crédito é traduzir o risco de uma empresa em uma operação que o investidor internacional entenda e aceite. Não se trata apenas de taxa, mas de desenho de garantias e previsibilidade de fluxo.”

Essa visão é compartilhada por quem atua na fronteira entre o middle market brasileiro e o capital global. A Fortis Business Capital, por exemplo, já estruturou mais de US$ 900 milhões em operações, conectando empresas a fundos nos EUA, Emirados Árabes e União Europeia.

O papel do Head de Estruturação na prática

O Head de Estruturação é o arquiteto da operação. Ele coordena um time multidisciplinar e interage diretamente com o cliente, advogados, auditores e investidores. Suas responsabilidades incluem:

  • Diagnóstico financeiro: analisar demonstrações contábeis, fluxo de caixa e endividamento para identificar a capacidade de pagamento.
  • Desenho da garantia: definir quais ativos serão oferecidos e como serão formalizados.
  • Modelagem financeira: projetar cenários, calcular a taxa de retorno e a alavancagem adequada.
  • Negociação com investidores: apresentar a operação e ajustar termos conforme o apetite do mercado.
  • Coordenação da execução: acompanhar a documentação, o fechamento e o desembolso.

Um Head experiente consegue reduzir o custo do capital ao tornar a operação mais segura aos olhos do investidor. Isso pode significar uma economia de vários pontos percentuais ao ano para a empresa tomadora.

Por que o middle market brasileiro precisa de crédito estruturado

O middle market — empresas com faturamento entre R$ 50 milhões e R$ 1 bilhão — é o motor da economia brasileira. No entanto, essas empresas frequentemente enfrentam dificuldades para obter financiamento adequado. Os bancos comerciais priorizam grandes corporações ou operações padronizadas, deixando uma lacuna que o crédito estruturado preenche.

Além disso, a internacionalização do capital trouxe novas possibilidades. Fundos de private debt, family offices e bancos de investimento estrangeiros buscam diversificação e retornos acima da média em mercados emergentes. O Brasil, com seu mercado interno robusto e empresas resilientes, é um destino natural.

Para acessar esse capital, porém, a empresa precisa de uma estruturação profissional. É aí que entram casas especializadas como a Fortis, que conhecem tanto o perfil do investidor internacional quanto as particularidades do empresariado brasileiro.

O método Fortis de estruturação de capital

Na Fortis Business Capital, o processo de estruturação segue um método próprio, desenvolvido ao longo de anos de experiência com operações de US$ 3 milhões a US$ 300 milhões. O ponto de partida é um diagnóstico profundo do negócio, que vai além dos números.

Entendemos o setor, a posição competitiva, os planos de expansão e as garantias disponíveis. A partir daí, desenhamos uma estrutura que equilibra o custo do capital, o prazo e a capacidade de pagamento da empresa. Só então partimos para a conexão com fundos e bancos parceiros nos EUA, Emirados Árabes e União Europeia.

Esse método permite que empresas que nunca acessaram o mercado internacional obtenham financiamento em dólar ou euro, com prazos mais longos e taxas competitivas. Tudo com acompanhamento jurídico e regulatório completo.

O que esperar do mercado de crédito estruturado nos próximos anos

A tendência é de crescimento. Com a queda gradual da Selic, o diferencial de juros em relação ao exterior pode diminuir, mas ainda permanece atrativo para investidores estrangeiros. Ao mesmo tempo, a demanda por capital de longo prazo no Brasil continua alta.

Movimentos como o da ORRAM, que reforça seu time de estruturação, indicam que o mercado está se profissionalizando. As empresas que souberem se preparar para acessar essas estruturas terão uma vantagem competitiva significativa.

Se sua empresa busca capital para expansão, aquisição ou reestruturação, o crédito estruturado pode ser o caminho. E contar com um parceiro experiente faz toda a diferença.

Fortis Business Capital: seu parceiro na estruturação de capital internacional

Com sede na Av. Faria Lima, em São Paulo, e fundada por Evilásio Júnior, a Fortis já estruturou mais de US$ 900 milhões em operações para empresas brasileiras. Nossa especialidade é conectar o middle market a fundos e bancos nos principais centros financeiros do mundo.

Se você quer entender como o crédito estruturado pode impulsionar seu negócio, entre em contato com nossos especialistas.

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