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Por que gigantes como a JBS preferem BDRs na Bolsa brasileira

A escolha de listar BDRs em vez de ações revela uma estratégia de acesso a capital internacional que impacta diretamente o empresário brasileiro.

Por Fortis Business Capital · 01 de outubro de 2026 · 4 min de leitura
Por que gigantes como a JBS preferem BDRs na Bolsa brasileira
Foto: Adam Śmigielski via Unsplash

O fenômeno dos BDRs na Bolsa brasileira

Nos últimos anos, tem se tornado cada vez mais comum ver empresas de grande porte, como a JBS, optarem por listar BDRs (Brazilian Depositary Receipts) em vez de ações diretamente na Bolsa brasileira. Essa estratégia, que à primeira vista pode parecer apenas uma questão técnica, revela um movimento mais amplo de busca por capital internacional e de diversificação de investidores. Para o empresário do middle market, entender esse fenômeno é crucial para planejar suas próprias estratégias de captação.

Os BDRs são recibos que representam ações de empresas estrangeiras negociadas no Brasil. No caso da JBS, que tem sua sede no Brasil, a empresa optou por listar seus papéis na Bolsa americana e, posteriormente, oferecer BDRs na B3. Isso permite que investidores brasileiros tenham exposição à empresa sem precisar operar no exterior, ao mesmo tempo em que a companhia acessa um mercado mais amplo e com maior liquidez.

Por que as empresas escolhem BDRs?

A decisão de listar BDRs em vez de ações está geralmente ligada a fatores como:

  • Acesso a capital estrangeiro: Ao listar na bolsa americana, a empresa atrai investidores globais, o que pode resultar em valuation mais alto e maior visibilidade.
  • Governança corporativa: As exigências regulatórias dos EUA são mais rigorosas, o que pode melhorar a percepção de risco da empresa.
  • Liquidez: O mercado americano é mais líquido, facilitando a negociação de grandes volumes.
  • Diversificação de investidores: A empresa deixa de depender exclusivamente do mercado brasileiro.

No caso da JBS, a listagem na NYSE (Bolsa de Nova York) ocorreu em 2020, e desde então a empresa tem se beneficiado de uma base de acionistas mais diversificada e de maior acesso a financiamentos internacionais.

O impacto para o middle market brasileiro

Para as empresas de médio porte, a lição é clara: o acesso a capital internacional não é mais exclusividade das gigantes. Com a globalização dos mercados e a facilitação de estruturas como BDRs, cada vez mais empresas brasileiras podem buscar investidores estrangeiros. No entanto, é preciso estar preparado.

Segundo Evilásio Júnior, fundador da Fortis Business Capital, "a busca por capital internacional exige uma estrutura de governança sólida e uma narrativa de crescimento clara. Não basta apenas querer captar; é preciso mostrar ao investidor estrangeiro que a empresa está pronta para competir globalmente".

“O mercado internacional não olha apenas para o potencial de retorno, mas para a segurança jurídica e a transparência da operação. Empresas que investem em compliance e governança saem na frente.”

Como a Fortis Business Capital pode ajudar

A Fortis Business Capital é especializada em conectar empresas brasileiras do middle market a fundos e bancos nos EUA, Emirados Árabes Unidos e União Europeia. Com mais de US$ 900 milhões já estruturados, a empresa conhece os caminhos para acessar linhas de crédito e investimentos internacionais.

Para o empresário que deseja seguir o exemplo da JBS e acessar o mercado global, a Fortis oferece assessoria completa, desde a preparação da documentação até a negociação com investidores. A empresa entende que cada negócio é único e estrutura operações sob medida, com valores que variam de US$ 3 milhões a US$ 300 milhões.

Passos para acessar capital internacional

Se a sua empresa busca capital estrangeiro, alguns passos são fundamentais:

  1. Diagnóstico: Avaliar a saúde financeira e a governança da empresa.
  2. Estruturação: Definir o veículo ideal (dívida, equity, BDRs, etc.).
  3. Due diligence: Preparar a documentação para auditorias e análises de investidores.
  4. Abordagem: Identificar e contatar fundos e bancos alinhados com o perfil do negócio.
  5. Negociação: Discutir termos, garantias e custos.
  6. Fechamento: Formalizar o contrato e acompanhar a liberação dos recursos.

A Fortis atua em todas essas etapas, com uma equipe experiente e uma rede de contatos global.

Conclusão

A tendência de empresas como a JBS de listar BDRs em vez de ações na Bolsa brasileira é um sinal de que o mercado de capitais está cada vez mais globalizado. Para o empresário do middle market, isso representa uma oportunidade de ouro para acessar capital internacional e impulsionar o crescimento. Com a assessoria certa, é possível superar as barreiras e conquistar investidores estrangeiros.

Se você quer entender como a Fortis Business Capital pode ajudar sua empresa a acessar capital internacional, entre em contato conosco. Estamos na Av. Faria Lima, em São Paulo, prontos para atender você.

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